Falando de condomínio



Artigo publicado no dia: 06/11/2014

PORTARIA:  A violência urbana nas cidades nos leva a analisar a importância de dispor de recursos de segurança adequados nos condomínios, ou seja, englobando todas as soluções tecnológicas que visam impedir a ação de bandidos. Sistemas de monitoramento e equipamentos de controle de acesso são alguns dos itens mais populares entre os ofertados no mercado. Entretanto, nada substitui o apoio do profissional bem treinado e a adesão integral dos condôminos às normas de segurança.

Há mecanismos simples que podem reduzir a ocorrência de crimes, diminuindo as oportunidades de ação de pessoas mal intencionadas. Os síndicos devem usar o trinômio formado por: ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES, USO DA TECNOLOGIA E PESSOAS TREINADAS.  A integração entre esses elementos não elimina por completo os riscos, mas já os diminui drasticamente e contribui para uma cultura de paz.

Algumas providências para fortalecer a segurança são necessárias como ter PORTEIROS PREPARADOS, TREINADOS E RETREINADOS, pois as falhas humanas são as principais facilitadoras da penetração de criminosos nos condomínios, o que nos leva a concluir sobre a importância de haver um controle rigoroso nas entradas do edifício. Depois que um bandido passa pelo portão, é muito mais difícil impedir sua ação, por isso algumas orientações aos moradores e profissionais de portaria são fundamentais. Independente de sua função, o profissional de condomínio deve receber treinamento periódico em segurança.

BARULHO:Normalmente cada município tem a sua Lei do Silêncio, mas, de modo geral, ninguém pode produzir ruídos superiores a 85 decibéis em áreas externas.

No interior dos condomínios, consta de várias convenções o horário do silêncio e o mais comum é 22:00h às 06:00h. Nesse período os moradores são orientados  a evitar música alta, furadeira e máquina de lavar. Entretanto, o Código Civil de 2002 estabelece no Capítulo Direito de Vizinhança, que não pode prejudicar o sossego, a saúde e a segurança em qualquer horário.

BOA CONVIVÊNCIA:A máxima universal: “O DIREITO DE ALGUÉM ACABA QUANDO COMEÇA O DO PRÓXIMO”.

Com a verticalização das cidades e a tendência cada vez maior de habitar edifícios, a ideia de que cada um pode desfrutar do próprio lar da maneira que bem entender caiu por terra. É que alguns hábitos que parecem inocentes para uns, como ouvir música alta ou usar o liquidador tarde da noite, podem acabar trazendo desconforto aos vizinhos. Desde 2002, conforme já citado, com a reforma do Código Civil, o DIREITO DE VIZINHANÇA se tornou uma questão disciplinada pela Lei. Torna-se necessário ter conhecimento sobre a convenção, regulamento interno e outras normas do condomínio, que geralmente trazem quase todas as ações que os moradores precisam seguir para evitar problemas. Se o condômino não concordar com alguma regra, não adianta insistir no erro, o jeito é obedecer.

Aproveito para desejar UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO a todos.

Veremo-nos no dia 22/11/2014 no 6º DIA DO SINDICO. Até lá.

José Maria Braz Pereira
Consultor de Empresas e Condomínios
brazpereirajm@hotmail.com

Fonte: Revista O Síndico Edição 05

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