Condomínios do Rio podem exigir prova de vacinação

15 set | 2 minutos de leitura
Condomínios do Rio podem exigir prova de vacinação
Condomínios do Rio poderão exigir dos moradores e visitantes o passaporte de vacinação para acesso a áreas comuns não essenciais

A partir do dia 15 de setembro, os condomínios do município do Rio de Janeiro também poderão exigir dos moradores e visitantes o passaporte de vacinação para acesso a áreas comuns não essenciais, como piscina e academia, por exemplo. De acordo com o advogado especializado em Direito Imobiliário André Luiz Junqueira, do escritório Coelho, Junqueira e Roque Advogados, a medida pode ser adotada por qualquer condomínio, não só os localizados na cidade do Rio.

“Os condomínios podem exigir prova de vacinação para acesso a áreas comuns não essenciais, mas é recomendado que tal exigência seja aprovada em assembleia por maioria dos presentes. Não haverá necessidade de assembleia se na localidade vigorar norma do Poder Público exigindo tal dever, como é o caso do Decreto nº 49.335 de 26/08/2021, da cidade do Rio de Janeiro, que determina a comprovação da vacinação para entrada em alguns estabelecimentos de uso coletivo”, explica Junqueira.

O advogado também ressalta que o Decreto prolonga, até o dia 20, a vigência de outras medidas emergenciais, de caráter excepcional e temporário, destinadas ao enfrentamento da pandemia de COVID-19, mas com algumas alterações, que também afetam os condomínios.

“A partir de agora, a critério de cada condomínio, todas as áreas comuns podem ser abertas e colocadas em funcionamento, desde que com prudência e segurança, respeitando a Resolução Conjunta SES/SMS Nº 871 DE 12/01/2021 e Decreto Nº 49.378, no que for aplicável”, diz Junqueira.

De acordo com ele, para a realização de obras, continuam as regras previstas na Lei Estadual 8808/2020 e no direito coletivo. E para a realização de assembleias, continua a autorização/recomendação da forma tele presencial, prevista na Lei Estadual 8836/2020 e na melhor interpretação do Direito, mas assembleias físicas não estão proibidas.

Ele destaca ainda que todos os cuidados de higiene usuais devem continuar sendo exigidos (máscaras, distanciamento, etc.), bem como regras complementares, de acordo com cada condomínio.

“A infração a qualquer norma do condomínio ou do poder público relativa à saúde está sujeita a medidas administrativas, cíveis e criminais, conforme as circunstâncias”, completa.

FONTE: Diário do Rio


Ana Cândida: Liderança e Dedicação na Sindicatura6, janeiro 2026

Ana Cândida: Liderança e Dedicação na Sindicatura

A trajetória de Ana Cândida Rodrigues Lima, 50 anos, síndica do Conjunto Residencial Parque dos Flamboyants, no bairro Borboleta,em Juiz de Fora, […]

Leia mais
Reforma Tributária: O que pode mexer com o bolso de quem mora em Condomínio em 20262, janeiro 2026

Reforma Tributária: O que pode mexer com o bolso de quem mora em Condomínio em 2026

ESCRITO EM DEZEMBRO DE 2025 POR: Cleuzany Lott. Advogada com especialização em Direito Condominial, MBA em Administração de Condomínios e Síndico Profissional, […]

Leia mais
Retrospectiva 2025: Um ano de conexões, conhecimento e fortalecimento do setor condominial em JF30, dezembro 2025

Retrospectiva 2025: Um ano de conexões, conhecimento e fortalecimento do setor condominial em JF

O ano de 2025 chega ao fim deixando um legado de transformação e união para o ecossistema condominial de Juiz de Fora. […]

Leia mais