Reunião discute ideias para divulgar a Convenção Coletiva dos Trabalhadores em Conservadoras

16 mar | 1 minuto de leitura
Reunião discute ideias para divulgar a Convenção Coletiva dos Trabalhadores em Conservadoras
Sérgio Felix, presidente do SINTEAC; Andrea Castilho, editora da revista O Síndico e CEO do SíndicoJF Mídias Digitais; e Daniele Duque, consultora de negócios SíndicoJF

No dia 15 de março nos reunimos com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação e Limpeza Urbana de Juiz de Fora e região (SINTEAC), Sérgio Felix. Em pauta, discutimos ideias para divulgar a Convenção Coletiva dos Trabalhadores em Conservadoras que deve ser observada pelos síndicos e administradores de condomínios quando terceirizam serviços.

Foram duas horas de muito papo e a perspectiva de um grande trabalho a ser desenvolvido em parceria para que, cada vez mais, o segmento de conservação evolua e por outro lado diminuam as ações trabalhistas no meio condominial.

Segundo o presidente do SINTEAC, ainda é significativa a falta de interesse e conhecimento de síndicos e administradoras sobre os direitos e deveres dos trabalhadores e sobre as obrigações das conservadoras que devem ser cobradas, resultando muitas vezes em processos que geram prejuízos financeiros para os condomínios ou até mesmo para o próprio síndico.

Conversamos também sobre os novos grandes empreendimentos imobiliários que estão sendo lançados, e a necessidade de qualificação dos porteiros, faxineiros e zeladores para atuação nos mesmos. Vale lembrar que o SINTEAC oferece cursos gratuitos com especialistas na área. Sérgio pondera que os empregadores precisam qualificar seus colaboradores para atender a este novo mercado, que corre o risco de ser ocupado por empresas de fora da cidade.

Além disso, ele ressalta sua preocupação com a má prestação prestação de serviços, devido à disputa de mercado baseada em guerra de preços que leva ao antiprofissionalismo. Para combater este aspecto negativo que vem sendo observado, um dos caminhos apontados foi o da sensibilização de síndicos e administradoras para os riscos que estão correndo ao aprovarem orçamentos abaixo do valor de mercado, acarretando déficits para as empresas contratadas que resultam em má qualidade dos serviços e problemas futuros para os condomínios.

FONTE: Equipe SíndicoJF


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