Mantiqueira Elevadores: 25 anos de solidez e inovação

Novo setor de engenharia da empresa garante transparência e agilidade absoluta ao síndico.

A verticalização das cidades brasileiras transformou a dinâmica dos condomínios. Em Juiz de Fora e em toda a Zona da Mata, o que antes eram edifícios de poucos andares deu lugar a torres imponentes que desafiam a engenharia e exigem soluções de mobilidade cada vez mais precisas. Nesse cenário, o elevador deixou de ser apenas um item de conveniência para se tornar um componente vital da moradia ou do local de trabalho de milhares de pessoas. É com essa visão de responsabilidade e cuidado que a Mantiqueira Elevadores celebra, em 2026, seus 25 anos de fundação, reafirmando seu compromisso com a segurança e a inovação tecnológica. Fundada por Wilson Lopes Guilarducci e Maria Assunção Andrade Correa, a história da Mantiqueira é um exemplo de empreendedorismo e dedicação ao setor. 

Wilson (ao centro), Maria Assunção (direita) e Almir (esquerda): o trio à frente da Mantiqueira une décadas de experiência a um atendimento humanizado.

Virada de Chave

Nos últimos cinco anos, a chegada do sócio Almir Pecoraro Junior marcou o início de um novo ciclo de modernização e expansão para a companhia. Na época, a empresa operava com uma estrutura menor, sediada em uma casa, com cerca de dez funcionários e uma carteira de clientes proporcional àquele tamanho. Com a implementação de novas práticas de gestão, maior envolvimento da equipe técnica e uma visão estratégica voltada para o crescimento sustentável, a Mantiqueira viveu uma verdadeira “virada de chave”.

Hoje, a realidade é outra. A empresa conta com uma equipe robusta de 28 colaboradores, entre funcionários diretos e parceiros fixos, operando a partir da maior estrutura física entre as empresas multimarcas de elevadores da região. Essa musculatura permitiu que a Mantiqueira extrapolasse as fronteiras de Juiz de Fora, atendendo hoje uma vasta rede de cidades que inclui o Sul Fluminense (de Três Rios a Volta Redonda e Barra Mansa), o Norte do Rio de Janeiro (passando por Santo Antônio de Pádua e Itaperuna) e diversas localidades na Zona da Mata e Campo das Vertentes, como Muriaé, Ubá, Barbacena, São João del-Rei e Conselheiro Lafaiete.

Engenharia de Ponta

Para 2026, o grande foco da Mantiqueira Elevadores é a consolidação de seu novo Setor de Engenharia, uma iniciativa desenhada para elevar o padrão técnico de manutenção no mercado regional. Sob a liderança do engenheiro eletricista Ronaldo Soares, profissional com 20 anos de expertise no ramo de elevadores, o departamento foi criado para estruturar e auditar todos os procedimentos operacionais da empresa, o que vai garantir mais agilidade e segurança nos processos.

O trabalho da engenharia foca em dois pilares fundamentais para a tranquilidade do síndico e a segurança dos moradores: RIA (Relatório de Inspeção Anual) e PMA (Plano de Manutenção Anual).

“A ideia do departamento de engenharia, com a consultoria Lift Business, é trazer uma formação teórica e prática que sirva de apoio tanto para nossa equipe técnica em campo quanto para o síndico na tomada de decisões”, explica Almir Pecoraro.

Economia e Agilidade

A Mantiqueira investiu em um dos maiores estoques próprios de peças da região. Além disso, a empresa mantém um plantão 24 horas ativo, garantindo que qualquer emergência seja atendida com rapidez por profissionais habilitados. A estrutura física da sede também funciona como um centro de atualização constante, onde a equipe participa de cursos e treinamentos para, inclusive, dominar as tecnologias de quadros de comando de diversas marcas.

Relacionamento Humano

Apesar de todo o investimento tecnológico, a Mantiqueira Elevadores não abre mão do contato humano. “Trabalhamos com o condomínio sabendo que ele é a casa ou o local de trabalho das pessoas. O elevador é parte desse conjunto e precisa ser confiável, seguro e confortável”, reflete Almir. 

Para reforçar esse laço, a empresa lança, após o período do Carnaval, o projeto “Café com Síndico na Mantiqueira”. A iniciativa convidará gestores para visitas técnicas à sede da Mantiqueira, onde poderão conhecer de perto o estoque de peças, a estrutura de engenharia e tirar dúvidas diretamente com os especialistas. O objetivo é transformar o síndico em um multiplicador de conhecimento, tornando a gestão da manutenção muito mais transparente.

Inspirando Confiança

A credibilidade da Mantiqueira Elevadores é atestada por seus mais de 400 clientes e uma carteira que supera os 650 elevadores sob manutenção. Entre eles, figuram instituições que exigem o máximo de disponibilidade e segurança, como a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, o Hospital Unimed e o Hospital Maternidade Terezinha de Jesus. A expertise da empresa também se estende ao setor comercial, atendendo shoppings e oferecendo manutenção especializada em escadas rolantes, fruto de uma parceria estratégica com especialistas de São Paulo.

Sempre em busca das melhores práticas globais, a Mantiqueira é membro ativo da Associação Brasileira das Empresas de Elevadores (ABEEL), além de manter parcerias com a Associação Comercial e o Sindicato Industrial de Juiz de Fora. A Mantiqueira participa ativamente também de eventos relacionados ao setor condominial na região. Um exemplo disso foi  o patrocínio diamante ao 15º Dia do Síndico e 2ª FeicondJF, realizados em novembro de 2025. Essa inserção institucional e a participação ativa, garantem que a empresa esteja sempre na vanguarda das discussões condominiais sobre segurança e novas tecnologias no transporte vertical.

Com o olhar voltado para o futuro, a visão dos sócios Wilson, Maria e Almir é clara: tornar a Mantiqueira uma referência nacional em qualidade de atendimento e manutenção, expandindo a marca para todo o estado de Minas Gerais e fortalecendo sua presença no Sul Fluminense, sem nunca perder o “olho no olho” com o cliente que define sua essência.

  • (32) 3215-1025

  • Rua Francisco Mais, 40, Juiz de Fora, MG (Atendimento em Minas e Rio de Janeiro)

  • @mantiqueiraelevadores 

  • mantiqueiraelevadores.com.br

 

 

 

Fonte: Revista O Síndico Edição 63

Confira a 63ª edição da revista O Síndico

A Edição 63 da revista O Síndico acaba de sair e está repleta de assuntos interessantes ao ramo condominial. Quer saber as matérias desta edição? Então se liga:

Editorial:

Gestão em Transformação

O mercado condominial vive uma fase decisiva. As mudanças legais, o avanço da fiscalização, a modernização tecnológica e a crescente exigência por profissionalização impõem um novo ritmo à gestão. Esta edição nasce exatamente nesse contexto: um cenário que exige preparo, estratégia e, acima de tudo, responsabilidade.

A Reforma Tributária desponta como um dos principais marcos deste novo ciclo. A implementação do IVA Dual, a transição até 2033 e as mudanças na lógica de tributação trazem impactos diretos para os condomínios. Isso significa maior atenção ao planejamento orçamentário, revisão de contratos, análise entre terceirização e equipe própria e fortalecimento das boas práticas de compliance. 

No campo jurídico, a discussão sobre a cobrança da taxa condominial nas coberturas ganha relevância. Decisões recentes reforçam a necessidade de equilíbrio e justiça na aplicação da fração ideal, abrindo espaço para o modelo híbrido de rateio. O tema exige diálogo, assessoria qualificada e postura preventiva para evitar passivos futuros e garantir segurança jurídica ao condomínio.

A modernização também passa pela infraestrutura e pelos serviços. Celebramos os 25 anos da Mantiqueira Elevadores, que investe em engenharia e no atendimento, reforçando a importância da manutenção preventiva e da relação de confiança com síndicos. Destacamos ainda a atualização cadastral junto à Cesama, que se torna estratégica diante de novos mecanismos fiscais e programas de benefícios.

O reconhecimento da Impacto Administradora no prêmio nacional da CONASI demonstra que excelência, gestão humanizada e capacitação constante são diferenciais que elevam o nome de Juiz de Fora no cenário nacional. Da mesma forma, a atuação da AacondoJF evidencia que o fortalecimento institucional e a união do setor são caminhos indispensáveis para enfrentar os desafios de 2026.

O 15º Dia do Síndico e a 2ª FeicondJF consolidaram essa visão de futuro. Mais do que um evento, o encontro reafirmou que conhecimento, networking e inovação caminham juntos na construção de um mercado mais forte, ético e preparado.

Esta edição é um convite à reflexão: seu condomínio está organizado para os novos tempos? A gestão está estruturada para lidar com exigências fiscais, jurídicas e tecnológicas cada vez mais complexas?

O futuro da administração condominial já começou — e ele pertence a quem se antecipa.

Boa leitura!

Andrea Castilho
Editora revista O Síndico
CEO Grupo O Síndico

 

SUMÁRIO

➡️Evento de Referência 15º Dia do Síndico e 2ª Feicond JF surpreendem o público

➡️Mantiqueira 25 anos de solidez e inovação no segmento de elevadores

➡️Artigo As perguntas que todo síndico deve fazer a si mesmo no contexto atual

➡️Gestão Fiscal Especialistas alertam para as mudanças da Reforma Tributária em 2026

➡️Reconhecimento  Impacto Administradora vence o prêmio Melhores do Ano CONASI 2025

➡️Taxa Condominial A grande polêmica da cobrança por fração ideal das unidades de cobertura

➡️Conta De Água Atualização cadastral na Cesama garante acesso a benefícios e descontos

➡️Entrevista Silayne Viccini fala sobre as novidades da AacondoJF e os desafios do mercado

Ficou curioso? Então acesse já a versão digital pelo link.

Já a versão impressa, circula em Juiz de Fora gratuitamente com tiragem de 4.000 exemplares por edição.

Fonte: Equipe SíndicoJF

 

SOS Juiz de Fora: AacondoJF e Grupo O Síndico unem forças para amparar vítimas das chuvas; saiba como ajudar

A cidade de Juiz de Fora atravessa um dos momentos mais tristes e desafiadores de sua história recente. Os temporais implacáveis que atingiram o município nesta última semana de fevereiro deixaram um rastro de dor e destruição, resultando em dezenas de mortos,  pessoas desaparecidas e milhares de famílias desabrigadas. Com o transbordamento do Rio Paraibuna e de diversos córregos, além de graves soterramentos em bairros como Parque Burnier, Cerâmica e Industrial, a Prefeitura decretou estado de calamidade pública. Em um cenário onde a cidade registra o fevereiro mais chuvoso de sua história, com o dobro de chuva esperado para o mês, a dor da perda se mistura à urgência absoluta de sobrevivência e reconstrução.

É neste momento de extrema vulnerabilidade que a empatia e a solidariedade precisam ser maiores do que a tragédia. Movida pela urgência de amparar quem perdeu tudo, a AacondoJF (Associação das Administradoras de Condomínios de Juiz de Fora), com o apoio e solidariedade do Grupo O Síndico, iniciou uma grande corrente do bem para arrecadar doações.

Ação rápida, humana e transparente

De acordo com Silayne Viccitini, presidente da AacondoJF, foi criada uma conta bancária exclusiva — e totalmente zerada para este fim — com o único propósito de receber doações financeiras para as vítimas. A agilidade da iniciativa já trouxe os primeiros alívios: com os R$ 2.250 arrecadados nos primeiros dias, a associação comprou e entregou, de forma imediata, materiais essenciais de higiene pessoal e limpeza em um dos pontos de coleta da cidade.

“Apesar de a chuva ter dado uma trégua, ainda estamos em estado de calamidade. As pessoas ainda estão necessitando de ajuda, de auxílio, de uma mão estendida. Daqui para frente, todo mundo que perdeu tudo vai ter que reconstruir tudo de novo”, destacou Silayne em um apelo emocionado, ressaltando que o momento agora é de união.

Para garantir a transparência da boa ação, o dinheiro não é repassado em espécie para terceiros. A própria AacondoJF avalia a necessidade diária dos abrigos e converte o valor na compra direta de água potável, fraldas (infantis e geriátricas), roupas íntimas, itens de higiene e materiais de limpeza. Todos os comprovantes e a prestação de contas estão sendo publicados rigorosamente no Instagram da Associação e das administradoras parceiras.

A força da união no setor condominial

Entendendo a urgência e a gravidade da situação, o Grupo O Síndico, através de sua CEO Andrea Castilho, abraçou imediatamente a causa, oferecendo todos os canais de comunicação da plataforma para potencializar o alcance das doações.

“Eu achei muito importante a iniciativa da Aacondo e me solidarizei com eles nesta campanha. A agilidade foi muito importante […] e a gente está apoiando na divulgação para que tenhamos um alcance maior. A solidariedade faz a gente se sentir pessoas melhores”, ressaltou Andrea.

A CEO também adiantou que, diante de um cenário atípico e assustador para toda a população, o site preparará uma matéria especial na próxima semana focada em orientações técnicas para síndicos lidarem com situações de calamidade pública e protocolos de evacuação.

Como fazer a sua parte e doar?

A fase de reconstrução das casas e da dignidade dessas famílias será longa. Hoje, o pouco que você pode doar significa a refeição, a fralda ou a água limpa de alguém que não tem para onde ir.

Você pode integrar essa rede de apoio fazendo qualquer doação financeira. A chave PIX para doação é: doacoesjf.aacondo@gmail.com. Os dados da conta exclusiva da campanha estão disponíveis diretamente no Instagram oficial da @aacondojfoficial e nos perfis das administradoras de condomínios associadas Lázuli, Contato e Angelo e Ferrari.

Acompanhe as redes sociais para conferir as prestações de contas, veja o que já foi entregue e continue ajudando. Juiz de Fora precisa de nós. Doe, compartilhe essa matéria com seus vizinhos e familiares e ajude a devolver a esperança a quem mais precisa!

Fonte: César Azevedo – Redação SíndicoJF

 

 

Obra Sem Burocracia: Juiz de Fora Implementa o Alvará de Obras Autodeclaratório

Por: SíndicoJF

Reformar ou construir em Juiz de Fora acaba de se tornar um processo muito mais ágil. A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) oficializou recentemente o Alvará de Obras Autodeclaratório, uma medida que promete destravar o setor da construção civil e facilitar a vida de síndicos e moradores que buscam regularizar suas intervenções urbanas de forma rápida e eficiente.

O Que Mudou?

A grande novidade deste decreto é a inversão da lógica burocrática. Antes, o cidadão precisava aguardar meses pela análise técnica prévia da prefeitura para obter a licença. Agora, a emissão do documento é imediata, baseada na confiança e na responsabilidade técnica.

Ao solicitar o alvará pelo sistema eletrônico da PJF, o interessado e seu respectivo responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) declaram que o projeto atende a todas as normas urbanísticas e de segurança vigentes. Uma vez preenchidos os requisitos no sistema, o alvará é gerado automaticamente.

Mudanças Positivas para o Condomínio:

  1. Agilidade: O fim da espera pela análise manual permite que cronogramas de obras sejam cumpridos com rigor, evitando que materiais fiquem parados e custos subam.

  2. Modernização: O processo é 100% digital, eliminando o deslocamento físico e o uso desnecessário de papel.

  3. Fomento à Regularidade: Com a facilidade de obter o documento, espera-se que menos obras sejam feitas na clandestinidade, garantindo maior segurança jurídica para os imóveis.

Atenção, Síndicos e Moradores!

Embora o processo tenha se tornado mais simples, a responsabilidade aumentou. Confira os pontos cruciais que exigem atenção:

  • A Importância do Responsável Técnico: O decreto não dispensa a necessidade de um engenheiro ou arquiteto. Pelo contrário: este profissional agora assume a responsabilidade civil e criminal pela veracidade das informações declaradas. Síndicos devem exigir o comprovante do alvará e a respectiva ART/RRT antes de autorizar o início de qualquer obra nas unidades ou áreas comuns.

  • Fiscalização Posterior: “Autodeclaratório” não significa “sem lei”. A prefeitura realizará fiscalizações por amostragem ou mediante denúncias. Se for constatada qualquer divergência entre o que foi declarado e o que está sendo construído, o alvará pode ser cassado imediatamente, a obra embargada e multas pesadas podem ser aplicadas.

  • Regras Específicas: O modelo autodeclaratório aplica-se a casos específicos (como construções residenciais unifamiliares, reformas sem alteração de área, entre outros). Projetos complexos ou em áreas de preservação ainda podem seguir ritos diferenciados.

Conclusão

O Alvará Autodeclaratório é um passo gigante para a desburocratização em Juiz de Fora. Para o universo dos condomínios, ele representa o fim de uma antiga dor de cabeça. No entanto, o binômio Liberdade + Responsabilidade deve ditar o ritmo. Com o apoio de bons profissionais e uma gestão condominial atenta, Juiz de Fora caminha para construções mais seguras e uma cidade mais moderna.

Ana Cândida: Liderança e Dedicação na Sindicatura

Ana Cândida no centro da foto. Vencedora do voucher para este publieditorial no 4º Workshop Escola de Síndicos.

A trajetória de Ana Cândida Rodrigues Lima, 50 anos, síndica do Conjunto Residencial Parque dos Flamboyants, no bairro Borboleta,em Juiz de Fora, é uma prova de que a vontade de servir a comunidade e a coragem de inovar podem reescrever a história de um condomínio.

Mãe e esposa, Ana Cândida assumiu a sindicatura do enorme condomínio — com suas 342 unidades, que ela define como “uma cidade” — após se destacar como uma moradora ativa e voz de liderança em prol das melhorias locais.

O Chamado da Comunidade e Vocação

A história de Ana Cândida na gestão começou de forma orgânica. Sempre participativa e disposta a aprimorar o ambiente em que vive, ela foi naturalmente conduzida ao cargo de síndica pela comunidade que reconheceu sua capacidade de mobilização e seu senso de responsabilidade. Mesmo relutando inicialmente, ela sabia que precisava assumir a responsabilidade. Foi uma convocação da comunidade que reconheceu seu potencial.

A Sindicatura como Missão de Realização

Ana Cândida assumiu a gestão com entusiasmo e se descobriu em uma nova vocação. “Não vou mentir para você, gostei, porque eu gosto do serviço de administração. Gosto de lidar com pessoas, gosto muito,” confessa.

Hoje, ela enxerga a sindicatura sob o prisma da responsabilidade e da grande satisfação. Para ela, ser síndica é “uma missão muito difícil, de muita responsabilidade,” mas que traz uma recompensa imensa. “É uma missão que traz realizações. Porque vemos o serviço sendo realizado. Podemos mostrar que o nosso condomínio tem potencial de melhorar a cada dia mais. Então, isso é muito gratificante.”

Sua filosofia para a gestão é clara e serve como bússola para qualquer profissional da área: “É trabalhar certo, com a equipe certa, com responsabilidade e com transparência.”

A síndica é um exemplo de perseverança, encarando a jornada como aprendizado constante: “É cada dia um obstáculo, cada dia uma dificuldade, mas se a gente vai vencendo a cada conhecimento, a cada dificuldade, vamos dando um salto maior.”

Crescimento, Inovação e o Futuro Profissional

O papel de síndica impulsionou Ana Cândida a buscar o aprimoramento contínuo. Ela não só realizou diversos cursos na área, incluindo um de Síndico Profissional, como também está prestes a ingressar na faculdade de Administração, um sonho antigo.

Esse foco na busca do conhecimento para aprimorar a gestão é um exemplo poderoso:

“Tenho me aprofundado bastante nessa área. Hoje eu já tiro isso um pouco mais de letra,” comenta, destacando a evolução pessoal e profissional ao longo de seu mandato.

Para o futuro, a síndica já planeja levar sua experiência para além de seu condomínio: “Eu até penso sim… em fazer administração e pegar futuramente mais outros condomínios. É um serviço que eu gosto.”

A história de Ana Cândida Rodrigues Lima é uma inspiração para todos os profissionais de condomínios: uma demonstração de que a liderança se consolida com a busca incessante por conhecimento, foco em resultados e o serviço em missão.

Alerta Máximo: Furtos de Cabos da Rede Elétrica

A Revista O Síndico ouviu o síndico profissional Jamil Zaidem (à esquerda), que compartilhou a sua experiência prática sobre o tema, e o especialista em segurança João Alberto (à direita), que apresentou um checklist especial de prevenção e ação para situações de furto de cabos na rede elétrica.

 

Veja o checklist de prevenção e ação para proteger o seu condomínio.

O furto de cabos de energia elétrica nas vias públicas de Juiz de Fora consolidou-se como uma ameaça constante à segurança e ao funcionamento dos condomínios. Longe de ser apenas um problema da concessionária, a interrupção súbita do fornecimento de energia afeta portões eletrônicos, sistemas de monitoramento (câmeras e cercas elétricas) e a iluminação, criando um “apagão” de segurança que facilita outras ações criminosas.

A Polícia Militar, em operação realizada em setembro deste ano, conseguiu recuperar mais de uma tonelada de fios de cobre furtados na cidade, indicando a dimensão do problema. Em resposta a esta questão, que aumentou ainda mais de proporção este ano, o Município de Juiz de Fora sancionou a Lei nº 15.130/2025, que estabelece sanções e regras mais rígidas para o comércio de materiais metálicos (como fios de cobre), dificultando a receptação.

Apesar dos esforços, a ação dos criminosos, muitas vezes disfarçados de pessoas em situação de rua ou técnicos, continua. O síndico profissional Jamil Zaidem relata ter sofrido três furtos em uma única semana em edifícios que administra nos bairros Mundo Novo, Paineiras e São Mateus.

“No Paineiras, o furto aconteceu numa sexta-feira, por volta das 11h da manhã. No condomínio do Mundo Novo, o prejuízo chegou a R$ 2.500 considerando apenas cabos e mão de obra. Já no São Mateus, eles foram ainda mais descarados: cortaram o cabo com uma serra, sem sequer cobrir o rosto”, relata Jamil Zaidem.

Checklist de Ação 

Diante do cenário, o papel do síndico ultrapassa o portão do condomínio, exigindo uma postura de agente de segurança comunitária. O Consultor Master de Segurança, João Alberto, diretor da J A Consultoria de Segurança, orienta sobre as melhores práticas. 

“O síndico pode e deve agir de forma estratégica, tanto antes quanto depois da ocorrência, adotando medidas que reforçam a prevenção, auxiliam as autoridades e protegem o entorno do patrimônio coletivo”, explica.

Confira as orientações a seguir:

 

Ações Preventivas 

  1. Mapeie vulnerabilidades: conte com um consultor para identificar pontos de risco no entorno.
  2. Reforce a iluminação: use refletores ou balizadores voltados para a rua e calçadas.
  3. Aprimore a vigilância: instale câmeras externas de alta resolução e alarmes sonoros.
  4. Atue em parceria: solicite vistorias à concessionária de energia e comunique cada ocorrência à Guarda Municipal. Esses registros oficiais ajudam a mapear os riscos e podem estimular ações públicas de segurança.
  5. Engaje a comunidade: oriente moradores e funcionários a relatar qualquer movimentação suspeita.

Durante o Evento 

  • NÃO INTERVENHA: Jamais se aproxime ou confronte os criminosos. 
  • Acione a Polícia Militar (190): Ligue informando o local exato da ocorrência.
  • Registre à Distância: Se possível, faça discretamente fotos ou vídeos para auxiliar na investigação policial.
  • Isole a Área: Afaste os moradores de cabos rompidos que podem permanecer energizados e causar acidentes graves.

Após o Furto

  1. Boletim de Ocorrência (B.O.): Registre um B.O. detalhado, mencionando o impacto direto no condomínio (portão inoperante, câmeras desligadas). O B.O. cria a ‘Mancha Criminal’, essencial para o planejamento de segurança pública.
  2. Comunicação com Concessionária: Encaminhe o B.O., solicitando a reposição urgente do cabeamento e reforço na fiscalização da área.
  3. Comunique Condôminos: Envie um comunicado oficial, esclarecendo o ocorrido, o que foi feito e reforçando as orientações de segurança.

A gestão ativa e a articulação com a vizinhança, concessionárias e autoridades são a chave para transformar o condomínio em uma fortaleza contra a criminalidade.

Fonte: Revista O Síndico Edição 62

Invictus: A Expertise de Grandes Centros agora em JF

A liderança compartilhada entre Thiago e Alice é um dos grandes diferenciais.

A Invictus nasceu em 2017, da busca de um serviço mais flexível e adaptável.

A gestão de um condomínio é uma tarefa complexa, que exige atenção constante a múltiplos detalhes — da limpeza e manutenção à segurança de cada morador. Em um mercado cada vez mais competitivo, a busca por parceiros que ofereçam soluções completas e de alta qualidade é a chave para o sucesso. É com essa proposta que a Invictus Segurança e Facilities inicia suas operações em Juiz de Fora, trazendo consigo uma bagagem de sucesso e inovação de grandes centros urbanos, como o Rio de Janeiro.

“Nosso propósito seria atender as demandas conforme cada cliente, nada engessado, mas sim, modelado conforme a necessidade. Nosso padrão seria essa adaptação a cada novo contrato”, explica Alice Coutinho, que fundou a empresa com seu marido Thiago Coutinho em 2017. Essa visão, lapidada por anos de atuação em metrópoles, consolidou a empresa com uma reputação de excelência e confiabilidade.

Conexão Pessoal e Profissional

A decisão de expandir para Juiz de Fora não foi apenas estratégica, mas também profundamente pessoal. Nascidos e criados na cidade, o casal Coutinho identificou oportunidades únicas. Eles perceberam que o mercado local valoriza os mesmos princípios que formam a espinha dorsal da Invictus: treinamento, capacitação, e valorização da mão de obra. O que a cidade pode esperar, portanto, é um serviço que eleva o padrão, com colaboradores que não apenas executam tarefas, mas que representam profissionalismo e segurança.

O grande diferencial, segundo Thiago, é a integração de soluções. Enquanto os serviços de facilities — como limpeza, manutenção predial, portaria e jardinagem — garantem a eficiência operacional, a segurança patrimonial atua para proteger o que é mais valioso. A união desses dois pilares permite uma gestão centralizada, otimizando custos e garantindo que cada aspecto do condomínio seja cuidado por uma única empresa de confiança.

Inovação e Transparência

A Invictus vai além do convencional. A empresa aposta na tecnologia para oferecer transparência e agilidade. “Utilizamos a supervisão online, onde o contratante e todos os usuários podem acompanhar as atividades registradas em nosso aplicativo. Isso traz transparência e agilidade tanto na comunicação quanto nos ajustes operacionais”, destaca Alice. Essa inovação não só facilita a rotina do síndico, mas também gera uma sensação de segurança e tranquilidade, um ponto de contato direto e instantâneo com a operação.

Essa paixão por inovação é um dos pilares do Grupo Invictus. Thiago Coutinho, com orgulho, revela que a empresa é pioneira mundialmente no lançamento de um aplicativo de gestão e monitoramento, a Escoltech, que hoje se consolidou como um negócio próprio e de sucesso. Essa expertise tecnológica reflete a seriedade com que a Invictus aborda o mercado, sempre buscando soluções que realmente façam a diferença.

Valores Inegociáveis 

Mais do que uma empresa, a Invictus é um negócio familiar. A liderança compartilhada entre Thiago e Alice é um dos grandes diferenciais. “Conseguimos unir complementaridade e alinhamento de propósito”, explica Thiago. Essa gestão humana e profissional se reflete em todos os aspectos da empresa, inclusive na forma como lidam com seus colaboradores e na visão de futuro.

Thiago e Alice têm uma visão clara para Juiz de Fora: “Acreditamos na capacidade da cidade em se reinventar, em se abrir para novos negócios, novas propostas, ideias tecnológicas”. Eles estão prontos para provocar mudanças, elevando a qualificação de todo o mercado de facilities e segurança e construindo relações de confiança baseadas em valores sólidos.

Para a Invictus, o sucesso não se mede apenas pelo faturamento, mas pela capacidade de manter a integridade, de transformar a vida das pessoas e de contribuir para a comunidade. Como patrocinadores de atletas e de projetos sociais, eles demonstram que seu papel vai muito além dos muros dos condomínios.

Se você busca um parceiro que combine a experiência e a estrutura de uma grande empresa com o toque humano e a inovação que o seu condomínio merece, a Invictus Segurança e Facilities está pronta para te atender.

Av. Barão do Rio Branco, 3.500, 2º andar, Passos, Juiz de Fora – MG

(32) 9989-0069

@invictusgrupo.oficial

 

Fonte: Revista O Síndico Edição 61

Confira a 62ª edição da revista O Síndico

A Edição 62 da revista O Síndico acaba de sair e está repleta de assuntos interessantes ao ramo condominial. Quer saber as matérias desta edição? Então se liga:

Editorial:

Um Novo Ciclo de Conquistas e Conexões 

Encerramos 2025 com o sentimento de dever cumprido e a alegria de celebrar 20 anos de trajetória do Grupo O Síndico. Foi um ano marcante, de retomada e consolidação. Trabalhamos com a energia renovada e com o entusiasmo de quem acredita no poder da comunicação e da união para fortalecer o setor condominial. Em duas décadas de história, seguimos firmes no propósito de informar, conectar e valorizar quem faz a diferença na vida em condomínio. 

Este ano, conquistamos avanços significativos. A aprovação da Lei Municipal que institui o Dia do Síndico e do Administrador de Condomínios, proposta pelo vereador Marlon Siqueira e sancionada pela prefeita Margarida Salomão, é um marco para toda a categoria. Outra iniciativa relevante foi a Lei Lixo Zero, que começará a transformar práticas de gestão ambiental nos condomínios da cidade — passos que mostram a evolução e a responsabilidade do setor perante a sociedade. Também foi um ano de grandes parcerias. Agradeço profundamente aos nossos anunciantes e parceiros, que acreditam no nosso trabalho e tornam possível levar informação de qualidade à comunidade condominial por meio da revista, do site e das redes O Síndico em revista sociais. 

Um reconhecimento especial aos síndicos, administradores e empresas que nos acompanham e confiam em nossas plataformas. Nada disso seria possível sem a dedicação e o talento da nossa equipe de jornalistas, designers, social media, profissionais de produção e consultores, que trabalham com criatividade e compromisso para fazer cada edição, postagem e projeto do Grupo O Síndico acontecer. A cada um deles, o meu mais sincero agradecimento. E à AacondoJF, nossa parceira na realização do Dia do Síndico e da FeicondJF, o nosso reconhecimento pela união de forças e pela contribuição incansável ao fortalecimento do setor. 

Olhamos para 2026 com entusiasmo e novos desafios. Planejamos projetos em sustentabilidade, comunicação online e offline e marketing digital, ampliando o alcance das marcas que confiam em nós e o atendimento ao nosso setor. Contamos com as empresas parceiras e com vocês, síndicos, para seguirmos inovando e crescendo juntos. Enquanto nos preparamos para o próximo ano, o calendário de 2025 ainda reserva um encontro imperdível: convidamos você a participar do 15º Dia do Síndico e da 2ª FeicondJF, que acontecerá em 29 de novembro. Será um dia de grandes palestras, debates práticos, vitrine de negócios e networking — uma oportunidade única para atualizar-se, trocar experiências e fortalecer laços com quem faz a gestão condominial acontecer. Não perca: participe, traga sua equipe e venha construir conosco soluções reais para o dia a dia dos condomínios. O portal sindicojf.com.br se renova também com novos colunistas, que chegam para ampliar o debate técnico e a troca de experiência sobre os desafios da gestão condominial. 

E, para fechar este ciclo com chave de ouro, esta edição especial traz temas que refletem o dinamismo e a transformação do nosso segmento: a administração humanizada na era da Inteligência Artificial, a adequação das garagens à nova diretriz nacional para recarga de veículos elétricos, a obrigatoriedade do responsável técnico químico em piscinas, a segurança contra furtos de cabos elétricos, e uma entrevista exclusiva com o Dr. Vander Andrade, que fala sobre a profissionalização e o futuro da gestão condominial. Aproveite a leitura, inspire-se e venha participar do Dia do Síndico — juntos faremos de 2026 um ano ainda mais inovador, unido e próspero!

Andrea Castilho
Editora revista O Síndico e CEO SíndicoJF Mídias Digitais

 

SUMÁRIO

➡️Artigo Lázuli Administração humanizada na Era da Inteligência Artificial

➡️Recarga de Veículos Elétricos Como adequar garagens à nova diretriz de segurança contra incêndio

➡️Segurança Como agir para prevenir furtos de cabos de energia em Juiz de Fora

➡️Tratamento Químico da Água Nova resolução exige responsável técnico para piscinas em condomínios

➡️Dr. Vander Andrade fala de capacitação, tecnologia e tendências na gestão em entrevista

➡️Impacto Administradora investe em capacitação e eleva empresa a novo patamar

Ficou curioso? Então acesse já a versão digital pelo link.

Já a versão impressa, circula em Juiz de Fora gratuitamente com tiragem de 4.000 exemplares por edição.

Fonte: Equipe SíndicoJF

Impacto: Responsabilidade a Serviço do Condomínio

 

O sucesso da Impacto é a personificação da visão profissional de suas fundadoras, Christiane Ferraz e Cíntia Furtado.

A Impacto Administradora busca estar de acordo com a legislação para o melhor atendimento. A gestão de condomínios em Juiz de Fora, uma cidade que pulsa com edifícios residenciais e comerciais, além de associações, exige uma abordagem que vai além da simples administração de rotinas. Em um mercado dinâmico e cada vez mais regulamentado, a excelência se traduz na combinação de expertise técnica, agilidade operacional e uma genuína preocupação com o bem-estar das pessoas. É neste cenário que a Impacto Administradora de Condomínios se consolida como uma referência, moldando um novo padrão de atuação que prioriza a capacitação, a busca por chancelas e a humanização do atendimento.

Christiane contadora, formada em Direito e detentora da chancela Síndico Cinco Estrelas.

O sucesso da empresa é a personificação da visão de suas fundadoras, Christiane Ferraz e Cíntia Furtado. Com formações acadêmicas robustas e uma visão estratégica aguçada, elas perceberam, há mais de 15 anos, uma lacuna no mercado local. Além da formação em Contabilidade que ambas possuem, Christiane – também formada em Direito e detentora da chancela Síndico Cinco Estrelas, e Cintia – com MBA em Gestão Empresarial,  identificaram que o setor era marcado por processos lentos e por uma forte desconexão em relação às necessidades reais dos síndicos e prestadores de serviço. A empresa orgulha-se de atender 114 clientes, dos quais mais de 50% estão com a Impacto há mais de 10 anos, um testemunho da confiança e da qualidade dos serviços prestados.

A Impacto nasceu, portanto, para ser a resposta a essas dores.

“Na época, percebemos alguns pontos negativos nas administradoras, especialmente na forma como tratavam os prestadores de serviço”, relata Christiane.

“O prestador ia ao condomínio, executava o trabalho e demorava muito a receber o pagamento, já que as administradoras só efetuavam repasses em dias específicos da semana. Nós decidimos adotar uma política diferente: priorizar o pagamento aos prestadores de serviço.”

Essa filosofia simples, porém transformadora, de honrar compromissos com agilidade, permitiu à Impacto construir uma rede de parcerias sólidas e confiáveis, garantindo que seus condomínios nunca ficassem desassistidos.

Segredo do Sucesso

A força da Impacto Administradora revela-se em sua estrutura multidisciplinar, reflexo direto da sólida experiência profissional de suas sócias. A empresa disponibiliza um portfólio completo de 

soluções voltadas às diferentes demandas dos síndicos, evidenciando que uma administração condominial de excelência deve ser integral, contemplando as dimensões financeira, jurídica e de gestão.

 

  • O Coração Contábil: A contabilidade é a base da Impacto. Com registro individual no Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRCMG) para cada uma das sócias, além do registro institucional da própria empresa, a Impacto reforça a relevância de uma gestão financeira transparente e tecnicamente rigorosa. “Na administração condominial, muitas vezes as pessoas esquecem de engrandecer o papel do contador”, destaca Cíntia. “É ele quem realiza os cálculos, assina os balanços e garante a regularização do condomínio junto aos órgãos públicos.” Essa expertise assegura que todos os demonstrativos financeiros da Impacto sejam elaborados, assinados e atestados por contadoras habilitadas, um diferencial que transmite segurança e credibilidade inquestionáveis.
  • O Amparo Jurídico: A atuação de Christiane Ferraz, com sua formação em Direito e sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), oferece um pilar de segurança jurídica para todos os condomínios clientes. “Acabei de fazer um curso de Especialização de Recuperação Patrimonial, Recuperação de Crédito,” destaca Christiane, demonstrando o compromisso com a busca por soluções eficazes para as demandas financeiras mais sensíveis. A presença de uma advogada na linha de frente garante que todas as ações e decisões administrativas estejam em conformidade com a legislação vigente, minimizando riscos e conflitos.
  • A Busca pela Excelência na Gestão
    Complementando os pilares contábil e jurídico, a formação de Cíntia, com MBA em Gestão Empresarial, garante que a Impacto atue com processos otimizados e estratégias modernas. A capacitação contínua é um princípio que norteia a empresa. “A capacitação profissional precisa ser constante”, destaca Cíntia. “O mercado condominial é extremamente dinâmico, está sempre trazendo novidades e mudanças na legislação. Se não nos atualizarmos, ficamos para trás. Nosso compromisso é acompanhar essa evolução para transmitir credibilidade e segurança aos nossos clientes.”

Registro no CRA

A chancela do Conselho Regional de Administração de Minas Gerais (CRA-MG) vai muito além de uma formalidade para a Impacto: ela representa a determinação da empresa em elevar continuamente o nível de sua atuação.

“Entendo que esse registro reforça a credibilidade junto aos nossos clientes e futuros clientes”, afirma Christiane.

“Ao demonstrarmos todas as certificações que possuímos e o nosso empenho constante em estudar e buscar novos conhecimentos, transmitimos que somos profissionais preparados e de confiança para cuidar e gerir um edifício.”

O registro no CRA é um selo de reconhecimento que comprova a capacidade técnica e a adesão às melhores práticas de gestão. Num cenário em que a regulamentação do setor se intensifica e a exigência de qualificação profissional cresce a cada dia, essa chancela representa tranquilidade para o síndico. Ela atesta que a empresa não apenas domina os aspectos operacionais, mas também atua em conformidade com um código de ética e um padrão de excelência reconhecidos nacionalmente. O registro no CRA-MG nº 03-006665/O soma-se a um conjunto robusto de certificações que consolidam a Impacto Administradora como uma parceira de confiança incomparável.

A Missão

Cintia contadora com MBA em Gestão Empresarial.

A filosofia da Impacto é calcada na crença de que a gestão condominial de sucesso é um equilíbrio ponderado entre autoridade técnica e sensibilidade humana.

“Nós somos uma empresa completa, que tem condições de assessorar o síndico em todas as suas demandas,” afirma Cintia.

A empresa entende que por trás de cada boleto e cada assembleia, existem pessoas com necessidades e expectativas únicas.

A equipe da Impacto Administradora se dedica a manter uma comunicação fluida e um atendimento ágil, compreendendo a realidade de cada condomínio. Essa proximidade, aliada à capacidade de resolver problemas de forma rápida e eficaz, constrói uma relação de confiança que vai além do contrato de prestação de serviços. A dedicação em estar em constante atualização é o que permite à Impacto não apenas resolver os problemas do presente, mas também antecipar as necessidades do futuro, garantindo um cotidiano mais tranquilo e organizado para todos.

Com mais de uma década e meia de atuação, a Impacto Administradora de Condomínios se consolida como uma referência em Juiz de Fora, oferecendo soluções que garantem tranquilidade e resultados, sempre com a máxima profissionalização e, principalmente, com uma gestão que valoriza as relações humanas. A empresa se posiciona não apenas como uma prestadora de serviços, mas como uma parceira integral na busca pela excelência na vida em condomínio.

 

Av. Rio Branco, 671 Sl 701 e 702, Manoel Honório, Juiz de Fora/MG
(32) 98866-5549
@admimpactojf

Fonte: Revista O Síndico Edição 61

Entrevista: 20 Anos de Jornalismo Condominial

Andrea Castilho é a visionária do Grupo O Síndico, há 20 anos no segmento condominial. Juiz-forana, jornalista formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pós-graduada em Comunicação Empresarial, a filha de Joaquim Augusto de Castilho, um pioneiro na administração de condomínios em Juiz de Fora, é CEO, fundadora da Revista O Síndico e do Síndico JF Mídias Digitais, com portal de notícias na internet e as redes sociais do grupo. Andrea também se destaca como promotora de eventos e cursos especializados, como o Dia do Síndico, Cursos de Capacitação para Condomínios, Curso de Síndico Profissional, Rodada Condominial de Negócios e Feira de Condomínios, além de ser parceira da Escola de Síndicos. Sua contribuição para o mercado local inclui o papel fundamental na criação da Associação de Administradoras de Condomínios de Juiz de Fora e região. A seguir, acompanhe a entrevista exclusiva.

O Síndico – Como surgiu a ideia de criar o Jornal O Síndico em 2005?

Andrea Castilho – A ideia veio do meu pai, Joaquim Augusto de Castilho, um pioneiro na administração de condomínios em Juiz de Fora. Ele visitou uma feira em São Paulo, a Expo Síndico, e trouxe de lá um modelo de jornal para síndicos que o inspirou. Vendo que eu, sua filha jornalista, estava atuando na área, ele me sugeriu criar algo semelhante aqui na cidade.

O que você pode dizer sobre o desenvolvimento e as dificuldades iniciais do projeto?

O processo era bem arcaico. Lembro que usávamos o Corel para a diagramação e precisávamos enviar o material para uma gráfica rotativa em Petrópolis. A distribuição era um desafio logístico, pois o jornal impresso era entregue na rodoviária e, sem as facilidades de hoje, nós mesmos tínhamos que ir buscá-lo, muitas vezes de madrugada.

Como a família participou desse início do projeto?

Meu pai, mesmo sem formação em Comunicação, atuava como editor e revisava as matérias para garantir a credibilidade. A família já estava envolvida na área, o que ajudou a criar um ambiente colaborativo. Meu tio, por exemplo, também era administrador de condomínios e trabalhava com meu pai, e seu outro irmão, que morava em São Paulo, trabalhava na área imobiliária.

Como a revista o Síndico se transformou e se expandiu para outros canais de comunicação ao longo do tempo?

Com a evolução tecnológica, percebemos que não podíamos ficar apenas no veículo impresso em papel jornal. Por isso, mudamos para o formato de revista com novo projeto gráfico e expandimos para o Síndico JF Mídias Digitais, criando um portal de notícias na internet e usando as redes sociais para alcançar um público mais amplo, oferecendo um conteúdo diversificado. 

Qual foi o papel da revista na comunidade de Juiz de Fora durante esses 20 anos?

A revista foi pioneira e inovadora no mercado. Ela criou um elo de comunicação que não existia antes, interligando síndicos, administradoras e fornecedores. Ela trouxe um senso de comunidade e pertencimento, permitindo que as pessoas se conhecessem e estabelecessem uma rede de contatos.

Como seu trabalho ajudou o setor condominial a crescer na cidade?

No início, o mercado de comunicação era incipiente e a maioria dos profissionais saía da cidade ou buscava agências de publicidade. A revista O Síndico se tornou um veículo de resistência e uma porta de entrada para o setor condominial de Juiz de Fora, funcionando como um registro de sua evolução e uma vitrine para novas empresas e serviços.

Quais os maiores desafios que o grupo enfrenta atualmente, 20 anos depois?

Hoje, o maior desafio é sobreviver em um nicho que tem outras opções de publicidade. No entanto, mantendo nossa identidade e credibilidade, conseguimos ultrapassar essa barreira. Além disso, a distribuição e a impressão são desafios, pois os custos são altos e a tendência global é o digital, mesmo assim, o nosso público continua desejando a revista como veículo de informação e isso nos dá mais gás para continuar. 

Qual o maior objetivo do Grupo O Síndico hoje?

Nosso objetivo é continuar sendo uma empresa estruturada que gere conteúdo informativo e oportunidades de trabalho. Além de sermos um veículo de comunicação, queremos continuar gerando negócios sustentáveis, fazendo a ponte entre nossos parceiros e os clientes que buscam serviços de qualidade.

Do que o Grupo O Síndico se orgulha mais nesses 20 anos de trajetória?

Eu me orgulho de todos os projetos que construímos, especialmente da revista e do nosso site, que foi um sonho realizado. Mas, acima de tudo, me orgulho dos relacionamentos e das amizades que criamos. É muito gratificante ver o impacto que o nosso trabalho tem na vida das pessoas.

Qual a mensagem para o público que acompanha a revista o Síndico?

Gostaria de dizer que o nosso público é a nossa audiência e eles são extremamente importantes para nós. Nossos canais estão completamente abertos para que eles possam nos procurar e trazer suas dúvidas ou sugestões. A participação deles enriquece o nosso trabalho e nos ajuda a manter a nossa atuação conectada com a realidade e a prática do mercado.

A revista tem um papel importante na promoção de eventos. O que você pode falar sobre eles?

Nós somos responsáveis pela promoção de eventos e cursos especializados, como o Dia do Síndico, Cursos de Capacitação para Condomínios, Curso de Síndico Profissional, Rodada Condominial de Negócios e Feira de Condomínios. Além disso, somos parceiros da Escola de Síndicos. A gente se orgulha muito desses eventos, pois durante 13 anos fomos os únicos a realizar algo exclusivo para o segmento na cidade.

Como a revista auxiliou na chegada de novos negócios em Juiz de Fora?

A revista tem funcionado como uma porta de entrada para empresas que querem se estabelecer em Juiz de Fora. Por exemplo, a primeira franquia de minimercado e de portaria remota em condomínios da cidade nos procuraram para entrar no mercado. Acreditamos que nossos canais e eventos lhes trazem visibilidade e credibilidade para se consolidarem no mercado.

O que você pode dizer sobre a importância da credibilidade da revista para os leitores?

A credibilidade é a nossa marca. É o que nos diferencia. É o que faz com que empresas que estão chegando na cidade nos procurem e que empresas já consolidadas na cidade queiram continuar anunciando na revista. Além disso, a credibilidade faz com que o nosso público guarde as edições para consulta.

Você comentou que a revista é um veículo de resistência. O que isso significa?

Significa que, mesmo com os desafios e a evolução para o digital, a revista ainda mantém sua relevância. As pessoas continuam pedindo por ela, tanto os anunciantes quanto os leitores. É uma demanda que vai contra a tendência de migração para o digital, mas que nos mostra que o que fazemos é importante.

Qual o maior aprendizado que você tem nessa jornada de 20 anos?

O maior aprendizado é que a revista é mais do que um meio de comunicação, ela é um elo que interliga pessoas, empresas e profissionais. Ela criou um senso de comunidade. Essa união é muito importante, pois não existiria naturalmente sem o nosso trabalho. É gratificante viver para promover esses encontros.

 

Lei Municipal institui o Dia do Síndico e do Administrador de Condomínios em Juiz de Fora

 

Nova Lei reconhece o papel do setor condominial. Silayne Viccini, vereador Marlon Siqueira, Andrea Castilho e Márcio Tavares

A Câmara Municipal de Juiz de Fora aprovou no dia 23 de setembro o PL 165/25. O Projeto de Lei (PL), de autoria do vereador Marlon Siqueira (MDB), institui o “Dia Municipal do Síndico e do Administrador de Condomínio” na cidade. A data será comemorada anualmente em 23 de novembro e foi incluída no Calendário Oficial de Eventos do Município.

Valorização Profissional

O projeto tem o objetivo de valorizar os síndicos e administradores, sejam eles profissionais ou voluntários. Segundo a justificativa do projeto, a crescente verticalização das cidades e o grande número de pessoas que vivem em condomínios residenciais e comerciais tornaram a atuação desses profissionais fundamental para a boa convivência urbana.

Em Juiz de Fora, a atuação desses gestores é crucial para garantir a segurança, a ordem, a manutenção e o pleno funcionamento das áreas comuns e das estruturas prediais. O vereador Marlon Siqueira destaca que o reconhecimento por meio de uma data oficial não apenas valoriza o trabalho dos síndicos e administradores, mas também promove a conscientização sobre a complexidade da vida em condomínio e a necessidade de qualificação contínua.

A lei também visa proporcionar uma oportunidade para que o poder público e a sociedade discutam o papel do síndico e do administrador de condomínio. Nesse período, a ideia é promover e incentivar a realização de eventos, como capacitações, confraternizações e comemorações para esses profissionais.

Análise das Comissões 

Durante a tramitação nas comissões, o vereador Juraci Scheffer (PT), da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira, justificou a nova lei por dar ao poder público e à sociedade a oportunidade de debaterem o papel de síndicos e administradores de condomínio, que são essenciais para a convivência urbana e por agirem como gestores comunitários:

“Os síndicos e administradores exercem funções complexas e de grande responsabilidade, mediando conflitos, gerindo recursos financeiros, organizando obras e melhorias, garantindo o cumprimento das normas internas e assegurando que o condomínio esteja em conformidade com a legislação vigente”, disse no parecer. 

Por sua vez, o vereador Fiote (PDT), da Comissão de Turismo, viu na data comemorativa um potencial para fomentar o turismo de negócios e eventos na cidade, com a realização de seminários e encontros que podem movimentar os setores de hospedagem, alimentação e comércio.

”Cabe lembrar que o turismo de negócios e eventos (também conhecido como turismo corporativo) constitui um segmento relevante da economia urbana, conforme já reconhecido por políticas públicas nacionais e estaduais”, explica o texto do parecer.

Conexão com o Setor 

A justificativa do projeto também faz menção ao canal de comunicação “O Síndico”, criado em 2005 por Joaquim Castilho (in memoriam) e sua filha, a jornalista Andrea Castilho. O site e a revista do canal mantêm a maioria dos síndicos de Juiz de Fora atualizados e conectados, servindo como uma fonte de informação sobre o universo da vida em condomínio. A aprovação desta lei reforça a importância do trabalho desses profissionais e abre caminho para novas iniciativas que beneficiem todo o setor condominial em Juiz de Fora.

Para a elaboração do PL, representantes da categoria como o Sindicato dos Condomínios de Juiz de Fora e Zona da Mata (Sindicon), a Associação das Administradoras de Condomínio de Juiz de Fora e região (AacondoJF),  e o Grupo O Síndico, foram ouvidos para contribuir para um lei que representasse os ideais do setor.

A nova legislação permite que o Dia Municipal do Síndico e do Administrador de Condomínio seja uma oportunidade para o debate e aprimoramento dessas funções. Para isso, eventos como capacitações e confraternizações serão incentivados e promovidos neste período, visando aprimorar e reconhecer esses profissionais. Essa é uma forma de garantir que eles tenham acesso às informações mais recentes sobre a vida em condomínio, já que precisam se manter atualizados diante do aumento de regulamentações técnicas e obrigações legais.

A Lei foi sancionada pela prefeita Margarida Salomão no dia 09 de outubro.

Confira o texto da Lei 15.213/25 na íntegra.

Fonte: Revista O Síndico Edição 61

 

Nova Lei: O que você precisa saber sobre a Lei Lixo Zero 

A Lei Municipal nº 15.100, de 05/05/2025, instituiu o Programa Lixo Zero em Juiz de Fora. Essa nova legislação traz uma abordagem completa para a gestão de resíduos sólidos, com o objetivo de estimular a coleta seletiva e fortalecer a sustentabilidade.Ao buscar reduzir o lixo destinado a aterros e ampliar a reciclagem, a lei promove mudanças significativas, com impacto direto no setor condominial. A partir de agora, prazos e novas responsabilidades exigem atenção redobrada de síndicos, administradoras e moradores.

A nova lei abriu espaço para o diálogo entre o poder público e a sociedade civil, incluindo a participação de representantes do setor condominial. Durante audiência pública, as preocupações da categoria foram incorporadas ao debate, como destacou a vereadora Kátia Franco (PSB), autora da proposta inicial: “É fundamental ouvir a opinião de quem está diretamente envolvido. Muitas vezes, eu penso de um jeito, outro vereador pensa de outro, o governo tem uma terceira visão… mas é a população, que vive a realidade no dia a dia, quem conhece de fato as dificuldades”, afirmou. Esse processo permitiu que a versão final da lei fosse mais abrangente e alinhada à realidade da cidade.

O que a lei exige dos condomínios?

O ponto central é a obrigatoriedade da separação de resíduos secos recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal. O presidente do Sindicato de Condomínios de Juiz de Fora e Zona da Mata (Sindicon), Márcio Tavares, enfatizou que “a destinação correta de lixo reciclável e orgânico em Condomínios é uma condição essencial, pois é uma questão de saúde pública e preservação ambiental”.

Segundo a lei, os prazos de adequação são escalonados de acordo com o porte do condomínio:

  • 18 meses para condomínios com mais de 50 unidades.
  • 24 meses para condomínios com até 50 unidades.

Franciane Pavão, diretora-geral do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb), esclareceu a lógica por trás dos prazos. “Os prazos foram definidos de forma escalonada, levando em conta o porte e a capacidade de adaptação dos diferentes geradores de resíduos”, disse. A meta é garantir um tempo hábil para que todos possam se organizar, promovendo uma transição suave e eficiente.

Desafios e benefícios para os síndicos

Márcio Tavares esteve à frente dos encontros sobre o tema.

Uma das principais preocupações levantadas pelo Sindicon é a adaptação dos condomínios mais antigos, que frequentemente não dispõem de espaço adequado para contêineres e áreas de armazenamento. “Muitos condomínios antigos não têm espaço suficiente para instalar contêineres destinados à separação do lixo reciclável e do orgânico”, ressaltou Márcio Tavares.

Apesar dos desafios, a lei traz inúmeros benefícios. Além de contribuir com a preservação ambiental, a coleta seletiva reduz o volume de lixo enviado para o aterro sanitário e, principalmente, “gera receitas para as Associações de Catadores de reciclável”, como ressaltou Márcio.

A vereadora Kátia Franco destacou a relevância social da medida: “A coleta desses materiais garante o sustento de muitas pessoas e famílias”, afirmou. A nova lei não apenas beneficia o meio ambiente, mas também fortalece a economia local, valorizando o trabalho dos catadores e assegurando uma fonte de renda mais estável para quem depende dessa atividade.

A vereadora Kátia Franco também contribuiu para as discussões.

Por que a lei é importante para os síndicos?

A adesão ao Programa Lixo Zero vai além de uma simples obrigação legal. Para os síndicos, a lei representa uma oportunidade de modernizar a gestão do condomínio e valorizar o empreendimento. A implementação de um sistema eficiente de coleta seletiva demonstra responsabilidade ambiental e atrai moradores cada vez mais conscientes. Além disso, a organização interna dos resíduos pode levar a uma melhor gestão de custos, uma vez que o volume de lixo a ser coletado pelo serviço municipal pode diminuir. Como lembrou a diretora do Demlurb, Franciane Pavão, “o objetivo principal é promover a gestão adequada dos resíduos sólidos no município, ampliando a reciclagem e estimulando a responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas e cidadãos”

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Diálogo aberto e soluções conjuntas

A colaboração entre o setor condominial e o poder público tem sido um pilar fundamental para o sucesso da lei. A vereadora Kátia Franco, que participou ativamente das discussões, destacou a importância das reuniões e da audiência pública da Câmara Municipal de Juiz de Fora realizada em março, com as participações da Associação de Administradoras de Condomínios de Juiz de Fora e região (AACONDOJF) e do Grupo O Síndico, para ouvir as demandas da categoria.

Parceria e conscientização

Para Francine Pavão esse é um passo importante para um futuro mais sustentável.

O Demlurb reconhece o papel crucial dos síndicos na implementação do Programa Lixo Zero. “A parceria dos síndicos nesse processo de implantação do Lixo Zero é fundamental. Os Síndicos serão agentes de transformação, que irão incentivar a conscientização, organizar a coleta seletiva e promover práticas sustentáveis entre os moradores”, destacou Franciane Pavão.

Para auxiliar nesse processo, o Demlurb prevê campanhas de comunicação, que incluem posts, vídeos e panfletagem, para orientar síndicos, administradoras e moradores sobre a correta separação e os prazos legais. As dúvidas sobre a lei podem ser tiradas pelo canal de atendimento Alô DEMLURB, através do telefone (32) 3029-7600.

“Estamos nos sacrificando um pouco para salvarmos as futuras gerações”, disse a vereadora Kátia Franco, incentivando a colaboração de todos. A implantação do Programa Lixo Zero em Juiz de Fora é um passo importante para um futuro mais sustentável, e o sucesso dessa iniciativa depende diretamente do engajamento e da parceria de toda a comunidade condominial.

 

Fonte: revista O Síndico edição 61

 Confira a 61ª edição da revista O Síndico

A Edição Nº 61 da revista O Síndico,  especial em comemoração aos 20 anos do Grupo O Síndico, acaba de sair e está repleta de assuntos interessantes ao ramo condominial. Quer saber as matérias desta edição? Então se liga:

SUMÁRIO

➡️ Boas Práticas: Comissão Estadual de Direito Condominial realiza evento em JF

➡️ Lixo Zero: Nova legislação muda a gestão de resíduos sólidos na cidade

➡️ Biometria Facial: A tendência em segurança que merece atenção redobrada

➡️Conquista: Lei Municipal institui Dia do Síndico e do Administrador em JF

➡️Impacto Administradora: Responsabilidade e gestão profissional a favor do condomínio

➡️Andrea Castilho: 20 anos do Grupo O Síndico é comemorado em entrevista

➡️Grupo Invictus: A expertise dos grandes centros chegou a Juiz de Fora

Ficou curioso? Então acesse já a versão digital pelo link.

Já a versão impressa, circula em Juiz de Fora gratuitamente com tiragem de 4.000 exemplares por edição.

Fonte: Equipe SíndicoJF

Reciclagem em Condomínios: A Lei que Transforma Lixo em Benefícios para Síndicos e Moradores

 

Em um cenário onde a sustentabilidade se torna cada vez mais urgente, uma legislação federal surge como um potente incentivo para transformar a gestão de resíduos em condomínios. A Lei de Incentivo à Reciclagem no Brasil, formalizada pela Lei Federal nº 14.260/2021 e regulamentada em dezembro de 2024 pela Portaria GM/MMA nº 1.250/2024, representa uma oportunidade sem precedentes para síndicos, subsíndicos, administradoras e conselheiros condominiais que buscam inovar e valorizar seus empreendimentos.

Essa nova lei visa impulsionar a indústria da reciclagem em todo o país, promovendo a economia circular e incentivando investimentos em projetos que transformam resíduos em novos produtos. Mas o que isso significa na prática para o seu condomínio, especialmente aqui em Juiz de Fora?

Como a Lei Beneficia o Seu Condomínio?

O grande diferencial dessa legislação é a possibilidade de dedução do Imposto de Renda. Contribuintes, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, podem direcionar parte do valor de seu IR – até 6% para pessoas físicas e 1% para jurídicas – para projetos de reciclagem aprovados. Isso abre um leque de oportunidades para condomínios que já possuem ou planejam implementar iniciativas de gestão de resíduos.

Imagine o seu condomínio recebendo apoio financeiro para modernizar seu sistema de coleta seletiva, investir em composteiras, ou até mesmo desenvolver programas de conscientização e treinamento para moradores e funcionários. Tudo isso é possível sob o guarda-chuva da nova lei.

Condomínios: Protagonistas da Mudança

A boa notícia é que os condomínios podem ser protagonistas nesse movimento. Se o seu condomínio já gerencia seus resíduos de forma apropriada ou tem planos de desenvolver projetos de reciclagem, ele pode se qualificar para receber esses recursos. É uma chance de otimizar custos, agregar valor ao patrimônio e contribuir ativamente para um futuro mais sustentável.

Oportunidades para o Setor Condominial

A operacionalização da lei se dá através da plataforma Transferegov, onde propostas podem ser submetidas. Os projetos devem atender a metas específicas, como:

  • Capacitação e treinamento: para equipes e moradores sobre a importância da reciclagem.
  • Melhoria de infraestrutura: para a coleta, triagem e armazenamento de materiais recicláveis.
  • Responsabilidade compartilhada: ações que envolvam toda a comunidade condominial e empresas parceiras.
  • Aquisição de equipamentos: como lixeiras adequadas, carrinhos de transporte e prensas.
  • Fortalecimento da rede de reciclagem: apoio a cooperativas e associações de catadores locais.
  • Desenvolvimento de novas tecnologias: para otimizar o processo de reciclagem no condomínio.

Os valores que os condomínios podem pleitear variam de R$ 50.000,00 a R$ 8.000.000,00, dependendo do porte e das necessidades de cada empreendimento. As propostas aprovadas passam por uma rigorosa análise técnica, com exigências de prestação de contas e apresentação de resultados, garantindo a transparência e a efetividade dos recursos.

Um Passo à Frente em Juiz de Fora

Para os síndicos e administradoras de condomínios em Juiz de Fora e região, esta é uma excelente oportunidade para se destacar. Ao aderir a projetos de reciclagem incentivados pela lei, o seu condomínio não só contribui para a preservação ambiental, como também pode se tornar um exemplo de gestão eficiente e moderna.

É fundamental que os gestores condominiais busquem informações, participem de workshops e consultem especialistas para entender como se adequar e aproveitar ao máximo os benefícios da Lei de Incentivo à Reciclagem. O futuro da gestão de resíduos em condomínios é agora, e o seu papel é essencial para essa transformação.

O que está sendo feito no Legislativo local

Em 26 de março, a Câmara Municipal de Juiz de Fora realizou uma Audiência Pública para discutir a coleta seletiva e o Programa Lixo Zero. O evento foi solicitado pelas vereadoras Kátia Franco (PSB) e Letícia Delgado (PT) e contou com a presença de representantes do setor condominial, incluindo membros do Sindicato dos Condomínios de Juiz de Fora e Zona da Mata Mineira (SINDICON), a Revista O Síndico, representantes da Prefeitura de Juiz de Fora, Câmara Municipal, associações de catadores de recicláveis, além de outros setores da sociedade civil. Posteriormente, em 05 de maio de 2025, a Prefeita Margarida Salomão sancionou a Lei nº 15.100/2025, que institui oficialmente o Programa Lixo Zero no município. Veja mais informações através do link.

Fonte: Redação SíndicoJF

Entregas em condomínios: Boas práticas para síndicos e entregadores

O aumento de entregas por aplicativos traz novos desafios aos condomínios. Equilibrar segurança, comodidade e relações respeitosas entre moradores e entregadores estão entre eles. A Revista O Síndico ouviu representantes locais e consultou especialistas para compor um panorama, combinando informações jurídicas e relatos de quem convive diariamente com esta realidade.

Os Entregadores

Nicolas Santos, secretário da Associação dos Motoboys, Motogirls e Entregadores de Juiz de Fora (AMMEJUF), destaca a variação no atendimento dos condomínios. Ele relata que, embora a segurança seja uma preocupação legítima, algumas práticas podem atrapalhar significativamente o trabalho dos entregadores.

“Recebemos por entrega”, lembra Nicolas, apontando que processos como revistas pessoais, coleta excessiva de dados ou a exigência indevida de CNH atrapalham o ritmo do trabalho e podem gerar conflitos desnecessários.

Nicolas Santos defende respeito e agilidade nos condomínios: “Recebemos por entrega”.

A AMMEJUF ressalta que o ideal para os entregadores é que o contato para a entrega seja na portaria. “Não temos que entrar no condomínio”, afirma Nicolas, explicando que a permanência na portaria evita conflitos com as regras internas do condomínio, das quais os entregadores nem sempre têm conhecimento. Ele cita como bons exemplos, condomínios que agilizam o processo, com porteiros já cientes dos códigos de entrega e moradores que retiram os pedidos rapidamente.

 

Olhar Jurídico

Revista pessoal e exigência de CNH são abusos — o condomínio deve agir com respaldo legal, alerta Alexandre Franz.

Alexandre Franz Carvalho, advogado especialista em Direito Condominial, reforça que condomínios são ambientes privados e, como tal, podem estabelecer regras para o acesso de pessoas. No entanto, ele é categórico em afirmar que a revista pessoal é prática irregular.

“O condomínio não tem competência para realizar revista. Caso haja suspeita, o correto é acionar a polícia. Já a exigência da CNH para fiscalização também não cabe ao condomínio, sendo válida apenas como documento de identificação, assim como qualquer outro que tenha foto”, explica.

Sobre a coleta de dados para acesso dos entregadores, Alexandre orienta que o uso deve ser cauteloso, e que se limite às informações estritamente necessárias, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), para evitar riscos jurídicos e responsabilizações por dano moral ao condomínio.

Alexandre considera que a padronização de procedimentos e o tratamento respeitoso aos entregadores são as melhores abordagens O advogado enfatiza a importância do apoio jurídico preventivo para os condomínios, salientando que a orientação legal ajuda a evitar problemas e a tomar decisões assertivas.

 

Os Síndicos

Marcelle Andrade aposta no diálogo e soluções criativas para tornar as entregas mais seguras e eficientes nos condomínios.

Marcelle Andrade, síndica e representante da Prisma Administradora de Condomínios, compartilha a perspectiva condominial. Ela observa que a maioria dos condomínios que administra já vem se adaptando à prática de o motoboy não subir às unidades, com os moradores indo até à portaria para buscar suas encomendas.

“Temos conversado com os moradores para aprovar esta regra nas assembleias, inclusive porque sabemos que isso faz a jornada do motoboy ser menos exaustiva”, explica Marcelle.

Ela relata uma solução criativa implementada no Edifício Rossi 360 Home & Business: uma cesta removível foi colocada no elevador para o porteiro ou o próprio entregador colocar o pedido. Isso otimiza o tempo do entregador, evita que a encomenda fique no chão e agrada aos moradores, que não precisam descer. Essa prática funciona de forma ágil em condomínios com portaria e hall de entrada.

A cestinha no elevador virou aliada: agilidade para o entregador, comodidade para o morador.

Nos condomínios com torres, a síndica reforça a importância de implantar a cultura de que o morador desça à portaria para retirar a encomenda, já que os aplicativos de entrega informam o status do pedido, facilitando a logística e otimizando o trabalho dos entregadores, além de aumentar a segurança do condomínio.

A comunicação com os moradores, para Marcelle, deve ser clara. Além de informativos com visual atrativo, ela enfatiza a importância do diálogo e da explicação dos motivos por trás das regras.

“Se você simplesmente fala que o motoboy não pode subir, o morador se revolta. Porém, quando você explica os impactos, e o porquê do motoboy não poder subir, a adesão é maior”.

Soluções Harmoniosas

A necessidade de capacitação dos profissionais de portaria é um ponto de consenso. Tanto Nicolas quanto Marcelle defendem a importância de cursos e orientações que promovam o respeito mútuo e o entendimento das particularidades do trabalho de ambos os lados. 

Para Marcelle, a conscientização dos moradores sobre os benefícios da cultura de o motoboy não subir até à unidade é fundamental. Situações de exceção, como moradores acamados ou com necessidades especiais, podem ser avaliadas pelo condomínio, sem comprometer a regra geral.

Essa união de esforços, aliada ao uso de soluções como as cestinhas de elevador ou até mesmo robôs de entrega que estão surgindo no mercado, apontam para um futuro onde a eficiência e a segurança caminham juntas, tornando a rotina de entregas nos condomínios mais harmônica e funcional.

Projeto de Lei

A regulamentação das entregas em condomínios está em pauta no Congresso Nacional, com a tramitação de projetos de lei que buscam estabelecer regras claras para o serviço. O PL 592/2024 propõe diretrizes específicas para serviços de delivery em condomínios residenciais e salas comerciais, garantindo o direito de consumidores com necessidades especiais solicitarem a entrega em áreas internas, desde que respeitadas as normas de segurança. O projeto também proíbe que o consumidor exija a entrega diretamente na porta do apartamento ou escritório. 

Já o PL 1286/2024 trata da organização das entregas de produtos e mercadorias em condomínios residenciais. Ambos os textos estão apensados ao PL 583/2024, que visa consolidar a legislação sobre o tema, promovendo mais clareza e segurança jurídica na gestão dessas operações.

Diante da ausência de uma lei federal específica sobre o tema, a definição de regras claras no regimento interno do condomínio é crucial. Essas normas devem ser aprovadas em assembleia e detalhar a política de entregas, seja autorizando ou não a entrada de motoboys.

Fonte: revista O Síndico Edição 60